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Palavra do Secretário

Marcos Apolo Muniz

Secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas

O Festival Amazonas de Ópera, realizado aqui, no coração da Amazônia, já
é celebrado e reconhecido no mundo inteiro. São 22 anos de uma produção
que envolve artistas locais, nacionais e internacionais, que movimenta
a cultura e a economia por trás dos bastidores. A ópera já faz parte da
cultura amazonense e é mola propulsora de talentos.

Na 22.ª edição, realizada em 2019, o Governo do Amazonas deu um passo
adiante na consolidação desse evento como referência em economia
criativa. É hora de mostrar que esse espetáculo grandioso é importante
para o nosso povo e tem sua relevância para a economia do Estado.

É um projeto ímpar no País, com enorme poder transformador, não apenas
no aspecto cultural, mas de incentivo e de capacitação artística e de
geração de renda.

A edição de 2019 celebrou o centenário do maestro amazonense Claudio
Santoro, que conquistou o mundo com suas composições. Foi uma honra
poder reverenciar esse artista que, muito merecidamente, dá nome ao
Liceu de Artes e Ofícios administrado pela Secretaria de Estado de Cultura,
espaço de descoberta e lapidação de novos talentos.

Foi duplamente significativo fazer essa homenagem no maior templo da
arte do nosso Estado – o Teatro Amazonas, que é apontado, em pesquisa
recente da Revista Vogue, como um dos 10 mais belos teatros do mundo, o
único citado do Brasil.

Tudo isso imprime um significado muito especial ao Festival Amazonas
de Ópera. Com a 22.ª edição, iniciamos uma nova fase, cumprindo o desafio
de posicionar o Amazonas como um dos líderes da indústria da ópera na
América Latina. Que este projeto possa ser referência do Amazonas e do
Brasil, no mundo. Temos história para isso!