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FAO HOJE

Sobre o festival

O FAO é hoje o principal evento de ópera no Brasil, o mais constante e longevo, e se comunica com diversas camadas da população, independentemente de formação ou de condições socioeconômicas. Seu público é hoje um dos mais jovens do país, contribuindo imensamente na formação de novas plateias e de consumidores de cultura.

Ao longo de 22 anos de atividade, o FAO estabeleceu uma verdadeira indústria da ópera em Manaus. Em 2019, foram 678 empregos, isso representa mais do que 8 setores da Zona Franca de Manaus. Foram abertas na cidade 6 lojas de instrumentos musicais, 10 lojas de equipamentos de som e imagem, 7 empresas de iluminação e 4 empresas especializadas em estruturas de palco. Cerca de 10 novos estabelecimentos comerciais foram inaugurados no entorno do Teatro Amazonas: restaurantes, lanchonetes, cafés e bares, além de 7 novos hotéis – o último deles, de padrão 5 estrelas.

PROGRAMAÇÃO 2020

programação sujeita a alteração

PETER GRIMES

18, 24 E 26 DE ABRIL

TEATRO AMAZONAS

PETER GRIMES – Benjamin Britten
Produção em parceria com a Universidade de Los Andes, Bogotá
Direção de cena de Pedro Salazar (Colômbia)

Em uma aldeia costeira de Suffolk, em meados do século XIX, Peter Grimes é um pescador que enfrenta uma investigação acerca da morte do seu jovem aprendiz. Todos na vila pensam que ele é o responsável, mas a morte é declarada acidental. Grimes se ressente da atitude dos habitantes

O MENINO MALUQUINHO

19 E 25 DE ABRIL, 3 E 9 DE MAIO

TEATRO AMAZONAS

O MENINO MALUQUINHO – Ernani Aguiar
Ópera infantil baseada na obra homônima de Ziraldo
Direção de cena de Matheus Sabbá (Amazonas)

Conhecido pelas travessuras e pela panela na cabeça, o Menino Maluquinho é um dos personagens mais relevantes da literatura infantil brasileira. A ópera aborda de forma leve e divertida a importância da relação com a família e os conflitos comuns à infância. Os personagens da turma do Maluquinho, que marcaram o imaginário de gerações, estão presentes nesta aventura musical, entre eles: Bocão, Julieta, a mãe, o pai e os avós. Juntos, eles cantam e dançam os números musicais.

FIDELIO

10, 15 E 17 DE MAIO

TEATRO AMAZONAS

FIDELIO – Ludwig van Beethoven (Comemoração dos 250 anos do compositor)
Parceria com a Ópera da Colômbia
Direção de cena de Alejandro Chacón (Argentina/Colômbia)

A ópera conta a história de Florestan, um aristocrata espanhol inimigo de Pizarro, governador de uma prisão numa cidade próxima a Sevilha. Pizarro captura Florestan e o aprisiona numa masmorra, alegando que ele está morto. Sua mulher, Leonora, sabe que isto não é verdade e corre para salvar o marido. Ela se disfarça de homem e toma o nome de Fidélio para se empregar como auxiliar de Rocco, o carcereiro da prisão.

ARMIDE

16, 19, 22 E 24 DE MAIO

TEATRO DA INSTALAÇÃO

ARMIDE – Christoph Willibald Gluck
Direção de cena de William Pereira (São Paulo)

Baseada no poema épico do italiano Torquato Tasso e ambientada na época da primeira Cruzada, a ópera conta a história da paixão da maga Armida por seu ferrenho inimigo, o cavaleiro cristão Renaud. A ópera retrata toda a gama de emoções de Armida, desde a hostilidade e rancor até a ternura, sensualidade e desespero da personagem.

ATTILA

31 DE MAIO, 5 E 7 DE JUNHO

TEATRO AMAZONAS

ATTILA – Giuseppe Verdi
Direção de cena de Julianna Santos (Rio de Janeiro)

Em meados do século 5 da Era Cristã, Átila, “o flagelo divino”, invade a Aquileia, uma cidade romana. Entre as ruínas da cidade, os hunos e os ostrogodos saqueiam e cantam louvores ao profeta Votan e ao rei. Átila chega triunfante e os felicita, sendo aclamado. Desobedecendo uma ordem de Átila, o escravo bretão Uldino poupa a vida das mulheres que tinham participado da batalha e vem oferecê-las ao rei como prisioneiras de guerra. A líder dessas mulheres é Odabella, filha do Senhor de Aquileia, morto pelo invasor huno.

ONHEAMA

TEATRO AMAZONAS

Projeto Ópera Mirim – Pequeno Teatro do Mundo

ONHEAMA – João Guilherme Ripper

Baseada em um poema sobre mitos indígenas do escritor amazonense Max Carphentier, a ópera é dedicada ao público infanto-juvenil e evoca um universo fantástico de índios, floresta, rio, boto, Iara, e a terrível Onça Celeste, que engole o sol e escurece a terra. Nhandeci, a mãe de todos os índios, reconhece no menino Iporangaba o herói guerreiro que deve enfrentar a Onça Celeste e salvar da escuridão a tribo e o mundo.

Economia Criativa

O encontro “Teatros de Ópera e Economia Criativa na América Latina” nasceu em 2019, durante a 22a edição do FAO, com o objetivo de discutir a ópera como gênero criativo capaz de disseminar cultura, gerar empregos e de mobilizar vários setores da cadeia produtiva da economia criativa.

O primeiro encontro reuniu em Manaus nomes como Trinidad Zaldívar, chefe do Departamento de Economia Criativa do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); Paulina Ricciardi, diretora administrativa da Ópera Latinoamérica; René Coronado, diretor executivo da Ópera da Colômbia; João Guilherme Ripper, presidente da Academia Brasileira de Música; Marcos Apolo Muniz de Araújo, Secretário de Cultura e Economia Criativa do Amazonas; Flávia Furtado, diretora executiva do Festival Amazonas de Ópera e Henrique Pires, então Secretário Especial de Cultura do Ministério da Cidadania.
Este espaço de debates acontecerá anualmente, em paralelo a cada edição do FAO.

O segundo encontro já tem data marcada, 01 de junho de 2020, durante a 23a edição do FAO.

Diretor artístico

LUIZ FERNANDO MALHEIRO

DIRETOR ARTÍSTICO FAO

Reconhecido pela crítica como um dos principais nomes da ópera no Brasil, Luiz Fernando Malheiro tem em seu repertório mais de 60 títulos regidos. É o atual diretor artístico e regente titular da Amazonas Filarmônica e diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera.

Foi diretor artístico e regente titular da Orquestra do Theatro São Pedro, em São Paulo, e diretor de ópera no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, além de ter regido concertos e óperas com importantes orquestras em países como Espanha, Grécia, Estados Unidos, Polônia, Romênia, Hungria, Itália, Portugal, Israel, Argentina, Uruguai e Colômbia.

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